Capítulo 37
MAGDALA
É madrugada. Ettore está virado de costas pra mim, mas sei que ele está acordado porque seu pé balança em ansiedade de vez em quando. Ele para sempre ao perceber que pode me acordar.
“Também não consigo dormir,” ligo o abajur.
Ele se vira pra mim. Nossos rostos não estão próximos, mas posso contar seus cílios naturalmente longos.
“Não tomei meu remédio de insônia,” ele conta.
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