Capítulo 33
ETTORE
Meu coração dispara quando avisto Antonella segurando Magdala passando mal, sendo carregada em direção ao jardim da mansão. Saio da festa andando sem aparentar alarmado, pra ninguém se intrometer.
“O que está acontecendo?” encontro-as sentadas num banco com uma parede de folhas atrás.
“Não sei,” Antonella está trêmula, porém não solta a prima. “Vi que ela estava muito mal e aí ela pediu pra tomar um ar.”
Me ajoelho, segurando seu rosto com as duas mãos. Ela está mole, olhos desfocados, respiração falha. Minha preocupação é como uma toxina disparando meu coração, pois eu não deveria estar me sentindo assim por Magdala Delacorte.
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