CAPÍTULO 12
MAGDALA
O jornal de domingo comenta sobre o político que foi assassinato ontem à noite na própria casa, encontrado com uma bala na testa e areia e grama do seu jardim dentro da boca, junto a um papel citando seus crimes.
Desligo a televisão, me levanto da minha cama king size e entro no banheiro da minha suíte para preparar um banho na banheira. Em vez de só um banho quente, decido ligar a hidromassagem. A notícia me deixou... apática.
Minha banheira é branca, com um batente no revestimento de mármore e, no teto acima dela, tem luzes que lembram estrelas. Fico olhando pra elas enquanto penso que meu pai pode ser um alvo. É por isso que anda tão nervoso ultimamente? Ele quer a presidência, mas pode ser morto até lá. Posso ser assassinada também? Talvez não seja uma má ideia...
“Oncinha,” chamo minha gata Mag pelo seu…
